domingo, 11 de dezembro de 2016

Falta de água, regularização do matadouro e mais incentivos para os produtores rurais, foram pautas de Vilmar e Ítalo com secretário estadual da Agricultura

                                                  Por Sérgio Martins                                                                                       Mesmo sabedores de que as questões hídricas são de responsabilidade direta do governo federal via ministério da Integração Nacional que tem como gerenciadora, a Agência Nacional de Águas (ANA), sendo o governo estadual co-responsável, Vilmar Cappellaro e Ítalo de Vilma, prefeito e vice eleitos, da cidade de Lagoa Grande, no Vale do São Francisco, estiveram reunidos esta semana com o secretário estadual da Agricultura, Nilton Mota, onde alertaram sobre o grave problema da seca na região e a falta do matadouro público na cidade. 


“Alertamos mais uma vez ao governo de que sem o bem mais precioso, á água, nada se faz. Precisamos juntos, encontrar caminhos para levar água até as famílias e aos produtores. Principalmente das regiões sequeiras. Precisamos também resolver urgentemente sobre a regularização e operação do matadouro municipal. Este serviço é fundamental para a geração de renda dos marchantes além de ser um instrumento de saúde pública. Conversamos também com Nilton Mota, sobre o fortalecimento de ações para os pequenos produtores rurais e o secretário se mostrou bastante disposto a nos ajudar nestas ações que são emergenciais para a cidade” declarou o novo Prefeito Cappellaro.

Presente a reunião também estava o secretário executivo da Agricultura Familiar, José Cláudio e o vice-prefeito que reforçou a questão da água. “Na questão da água, penso que colocar água na casa do povo é dever do Estado brasileiro (governo federal e estadual). Sabemos que hoje, 6% de toda população brasileira está sem água potável. Todos os cidadãos e as cidadãs desse país têm que ter acesso à água potável. A falta de água de qualidade está diretamente ligada às doenças que atingem às nossas crianças”, lembrou Ítalo de Vilma.

A ONU aponta que cerca de 70% de toda a água disponível no mundo – que já não é muita – é utilizada para irrigação.  A seca no Nordeste acontece não apenas em períodos de estiagem, como também em inverno regular. Ela é histórica devido à falta da gestão eficiente, de infraestrutura e de vontade política. É preciso repensar a convivência entre o semiárido e o desenvolvimento de tecnologias. Medidas como, captação e estoque de água de chuvas; práticas de conservação do solo; e descentralização do acúmulo de água, são algumas medidas para garantir a permanência das famílias no campo e promover a agricultura familiar.

Assessoria de imprensa – Foto arquivo pessoal
                                                                                                                                                                  




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